Um link, 800 fotos, nada para instalar
Um conjunto de casamento não é um arquivo, é uma pilha — de 600 a 1.500 fotos entre os dois celulares, o fotógrafo e quem estava com uma câmera na recepção. Enviadas como arquivos, essa pilha é incompartilhável: grande demais para e-mail, muitas para o chat, incômodo demais para circular num pendrive. Como link de álbum é um único toque. O convidado vê uma grade, rola, toca numa foto para abri-la em tela cheia e salva as que quer.
A parte do «nada para instalar» é tudo quando metade dos seus convidados tem mais de sessenta anos. Sem desvio pela loja de apps, sem «crie uma conta para continuar», sem muro de cookies entre uma tia-avó e a foto dela dançando. É uma página web. Se ela consegue abrir uma notícia no celular, consegue abrir o seu álbum.
O mesmo mecanismo de álbum é o que impulsiona nosso guia geral sobre transformar imagens em links — um casamento é apenas o público maior e menos técnico que ele precisa suportar.